
Pagar impostos faz parte do negócio. Pagar valores desnecessários por falta de análise é outra história. Veja sete erros que merecem atenção.
1. Escolher regime apenas pelo faturamento
Faturamento é importante, mas não é suficiente. Folha, margem, atividade, despesas e operação precisam entrar na comparação. Veja mais em regime tributário.
2. Nunca revisar o enquadramento
A empresa cresceu, contratou, mudou de atividade, mas continua na mesma estrutura escolhida anos atrás. O regime adequado no passado pode não ser o melhor hoje.
3. CNAEs que não refletem a operação
Atividades mal cadastradas podem gerar dificuldades tributárias e de licenciamento.
4. Ignorar créditos
Dependendo das operações e do regime, podem existir créditos permitidos que precisam ser analisados.
5. Tomar decisões antes de consultar a área tributária
A empresa abre uma filial, muda uma operação ou lança um produto e só depois pergunta sobre os impostos. O ideal é simular primeiro.
6. Não acompanhar a carga efetiva
Não olhe apenas a alíquota de uma guia. Calcule quanto todos os tributos representam sobre faturamento e resultado. Veja mais em inteligência tributária.
7. Confundir planejamento com sonegação
Planejamento utiliza alternativas permitidas. Omissão de receitas ou documentos falsos não é planejamento.
Conclusão
Planejamento tributário funciona melhor como processo contínuo, não como ação emergencial.
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